Eu já escreví sobre ela, mas se há um pecado que vale pelo excesso é o tal do carinho pra ela.
A Ju é meiga e sabe ser, não é melada e não peca na pretensa perfeição: desfila, de vez em quando, encantadores defeitos.
Caos de cores confortável, que alegra sem cansar. A Ju é toda amores e por isso, carinhos e por isso, ciúmes.
Um brilho de olhar sincero da espera constante pelo seu amor e pelos amigos. Ela espera e recebe, recebe e bem até quando não são amigos.
“Regininha enJuada”, eu rio, pois ela tem licença poética pra ser como é em tempo integral e cativar, e querer , e não querer.
Gosto afinado, opinião afiada, sentimentos cortantes – plenamente intensos, mesmo que devidamente abafados quando necessário.
Não sei se vale a pena me delongar nas letrinhas. Só queria registrar que a Ju é mesmo muito minha amiga. E eu gosto dela. E tenho lá os meus motivos.